quinta-feira, julho 23, 2009

Borboletas, Guardei em minha gaveta, Cheia de manhãs e ventania. Quando faltava poesia, A abria, E um novo dia nascia no canteiro Que fazia inteiro em minha cama. Assim os dias eram lindos, Com canto de pássaros Nas flores bordadas nos retalhos da colcha de sonhos e pensamentos. O meu quarto era, Na verdade, Porto poesia; E minha vida, Renovada magia.

6 comentários:

(¯`·._.·[***Celina***]·._.·´¯) disse...

Ai, ai, ai, ler vc é um sonho...
Bjobjo querido amigo;)

Micheline matos disse...

que texto mais lindo, amo borboletas, amo sua poesia...quanto tempio hein?beijosd,Mi

Carol Godoi disse...

oi petros, lindo texto. adorei conhecer seu blog. beijos da amiga jornalista carol .

teresa vargas Feria, disse...

Petronio, eu li o artigo de poetas, as crianças, linda história, graças para a partilha-lo.
Un abrazo

Daniela disse...

Lindo. Adorei!!

Aline disse...

Borboletas na caixinha da vida: é exatamente disso que precisamos. Voar suave sempre, apreciando cada pouso na sua beleza e peculiaridade.

Suas palavras, querido, são graciosas como as borboletas, mas tem significados do tamanho de uma baleia azul.

Beijo com carinho!