Como a folha
Que do galho cai
À sombra do tempo.
Como a terra
Que tudo rói
Sem sentimento.
Como o chá
Que na xícara faz
Seu banho de assento.
Com a lua nova
Que cansada de ser velha
Iluminou a noite escura e vazia,
Fazendo terna
A tarde que ia...
Assim,
Do nada que tudo vive,
Faz-se a poesia...
quarta-feira, setembro 29, 2010
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