sexta-feira, agosto 29, 2008

E o elevador vai

Levando a minha dor,

Aumentado a minha angustia sem nunca parar.

De andar em andar,

Só há vazio e todas as portas estão fechadas.

O caminhar é pequeno e nenhuma janela descortina o raio de sol.

O corredor é para a morte de todos os meus sonhos,

Uma triste e rotineira sina de ser abatido em plena luz do dia...

6 comentários:

j... disse...

tão...

j... disse...

a sério, está muito...

vc. está em forma!

Ana Diniz disse...

Querido Petros,

vc consegui arrebatar de meu pensamento todas as possíveis palavras que me soariam a princípio na alma... Um blackout! ...É como se surda e cega, sentisse todas as luzes se apagarem, pois "morrem-se os sonhos". Se morrerem os sonhos, morre-me a vida. Morre-se a crença. Os sonhos são a condição para a luz, para o abrir das portas, para o longo caminhar... E para o prosseguir...

Bela e tocante sinfonia de palavras...



Venha me visitar.

Beijos carinhosos...

Ana

sANdrA fasolo disse...

Petros,
versos lindos!
Eu amei, em especial,:
"Uma triste e rotineira sina de ser abatido em plena luz do dia."

... magnífico!

beijo
sANdrA

(¯`·._.·[***Celina***]·._.·´¯) disse...

melancólico, mas...lindo, muito lindo.
Um super beijo e apareça amigo.

Anônimo disse...

Magnífico!
Maria José baía Meneghite