quarta-feira, junho 29, 2011

Nasce na Serra do Espinhaço,

As contas de minha costela...

Mineral e ancestral,

Com o brilho do ouro

Em cheiro de macelas.

Minha história não é rompante.

É a mansidão no desejo de buscar e encontrar,

De separar e lapidar,

De dar um brilho claro

Ao que era raro

E estava esquecido,

Escondido,

Na inutilidade de ser e de existir.

Eu busco o fundo.

O que se traz por dentro,

Depois do véu do pensamento.

2 comentários:

ana coeli disse...

"EU busco o fundo o que se tras por dentro..." Tua poesia sempre linda!
Luz
Ana

adriana disse...

fiquei encantada!!
tanto pela poesia como pela linda foto da igrejinha ao pé da serra.
Adriana